Juuntos
Solução para governos

Assistência farmacêutica digital para municípios.

Mais acesso. Mais controle. Mais sustentabilidade para a política pública. A Juuntos conecta tecnologia, governança e a rede privada de farmácias para complementar a assistência farmacêutica municipal nos programas e medicamentos em que o custo líquido, o ganho operacional e os efeitos econômicos locais justificarem a implantação.

Conhecer o modelo
  • Regras definidas pelo município
  • Auditoria e rastreabilidade
  • Viabilidade medida por programa e EAN
Modelo ilustrativo de painel
Painel de gestãoPrograma municipal de assistência
Simulação de programa
Público elegívelA definir
Meta de ativaçõesA definir
Indicadores do pilotoA medir

Fase atual da Juuntos Governo

Seu município pode ajudar a definir o padrão dos primeiros projetos-piloto.

Participar desde o início permite validar a solução em um recorte controlado, influenciar o desenho operacional e construir evidências reais antes de qualquer expansão.

Por que ser um município-piloto

Entrar primeiro não significa assumir mais risco. Significa testar com mais controle.

O piloto é desenhado com público limitado, regras previamente acordadas, indicadores objetivos e possibilidade de ajuste antes da expansão.

01

Influência no desenho

O município participa da definição dos fluxos, relatórios, regras, indicadores e prioridades que serão validados na prática.

Mais aderência à realidade local
02

Implantação sob medida

O projeto começa por um público, território, programa ou grupo de medicamentos escolhido pelo município.

Sem mudança brusca em toda a rede
03

Acompanhamento próximo

Os primeiros pilotos recebem acompanhamento mais próximo da equipe responsável pela evolução do produto e da operação.

Aprendizado mais rápido
04

Evidências desde o início

Linha de base, metas e indicadores são definidos antes da operação para comparar acesso, utilização, tempo, custo bruto, rebates e custo líquido.

Decisão baseada em resultados
05

Expansão condicionada ao sucesso

O município só amplia público, território ou orçamento depois de avaliar os critérios previamente estabelecidos.

Menor risco de escala
06

Protagonismo institucional

O município participa da construção de uma nova referência de assistência farmacêutica digital para governos locais.

Posicionamento de inovação pública

O piloto permitetestar pequeno, medir com rigor e expandir somente quando fizer sentido.

Perfil de município

Quem pode ser um bom primeiro piloto?

Não é necessário ser uma capital ou possuir grande estrutura tecnológica. O mais importante é existir uma dor clara, uma equipe responsável e disposição para medir resultados.

  • Possui um problema específico de acesso, estoque, filas, ruptura, continuidade ou custo total de atendimento.
  • Consegue definir um público inicial e uma cesta controlada de programas, medicamentos ou EANs.
  • Tem uma equipe técnica e gestora para acompanhar a implantação.
  • Está disposto a compartilhar dados operacionais necessários para medir o piloto.
i

Transparência: ser município-piloto não significa assumir compromisso automático de expansão. O objetivo é validar o modelo, medir resultados e decidir com base em evidências.

01

Capítulo 01

Visão estratégica

Como a rede privada pode complementar a estrutura municipal, ampliar o acesso e ser utilizada apenas onde houver viabilidade econômica e operacional.

Ver mapa da página ↑

Desafios da assistência farmacêutica

O gestor não precisa apenas comprar medicamentos. Precisa garantir acesso com continuidade e sustentabilidade.

O modelo tradicional concentra grande parte da energia na movimentação do produto. A Juuntos acrescenta uma camada complementar de acesso, controle por utilização e avaliação de resultados.

Falta de medicamentos
Desperdício e vencimento
Filas e deslocamentos
Dificuldade para prever demanda
Fraudes e retiradas indevidas
Baixa rastreabilidade

Evidências recentes do problema

O problema não é apenas falta de medicamento. É perda de controle sobre todo o ciclo.

Em maio de 2026, o TCESP realizou uma fiscalização surpresa em 300 unidades farmacêuticas de 300 municípios paulistas. Os resultados revelam desabastecimento, estoques divergentes, ausência de mensuração e perdas financeiras simultâneas.

73%com desabastecimento

das farmácias fiscalizadas enfrentavam falta de medicamentos.

55,86%com divergência de estoque

entre o quantitativo registrado no sistema e o estoque físico encontrado.

81,33%sem controle da demanda não atendida

impedindo dimensionar com precisão o impacto do desabastecimento.

R$ 4,3 miem perdas informadas

nos 12 meses anteriores à fiscalização, segundo o relatório preliminar.

O paradoxo da gestão por estoqueO município pode ter medicamentos sobrando e vencendo em uma unidade enquanto falta exatamente aquilo de que a população precisa em outra.

Perda subestimada

Parte relevante do desperdício nem sequer é mensurada.

Na mesma fiscalização, 29% das farmácias municipais e 40% dos almoxarifados centrais não realizavam registro formal e mensuração das perdas de estoque. O valor conhecido, portanto, provavelmente representa apenas parte do problema.

Farmácias municipais29%
Almoxarifados centrais40%

As perdas começam antes do vencimento

O desperdício percorre toda a jornada da assistência farmacêutica.

Vencimento, avaria e furto são apenas as perdas mais visíveis. O recurso também se perde na compra, na distribuição, na dispensação, nas exceções e quando o tratamento não gera resultado.

01

Planejamento e compra

  • Previsão incorreta da demanda
  • Excesso ou insuficiência de aquisição
  • Sobrepreço e pesquisa deficiente
  • Licitações desertas e compras emergenciais
  • Produtos recebidos com validade curta
02

Estoque e logística

  • Distribuição desequilibrada entre unidades
  • Divergência entre sistema e estoque físico
  • Falta de redistribuição preventiva
  • Falhas de refrigeração e transporte
  • Vencimento, avarias e custo de descarte
03

Dispensação e controle

  • Retiradas duplicadas ou antecipadas
  • Quantidade superior ao tratamento
  • Beneficiários ou cadastros desatualizados
  • Erros de item, dose ou quantidade
  • Fraudes e utilização indevida
04

Judicialização e exceções

  • Compras urgentes e individualizadas
  • Pequenos volumes sem ganho de escala
  • Exigência de marca ou apresentação
  • Estoque reservado para um único paciente
  • Retrabalho jurídico e administrativo
05

Perda assistencial

  • Medicamento retirado e não utilizado
  • Abandono ou uso incorreto do tratamento
  • Falta de orientação e acompanhamento
  • Agravamento clínico evitável
  • Novas consultas, exames e internações
O maior desperdício não é apenas o medicamento que vence.É o recurso público aplicado sem produzir acesso no momento correto e resultado de saúde para o cidadão.

Recorte utilizado: II Fiscalização Ordenada de 2026 do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo, realizada em 300 municípios. Os resultados representam as unidades fiscalizadas e não constituem média nacional.

Mudança de paradigma

Da gestão exclusivamente centrada no estoque para uma gestão também orientada ao acesso.

O estoque público pode continuar existindo, enquanto a política passa a incorporar também acesso efetivo, continuidade, custo total e resultados.

Modelo predominantemente público

Operação centrada no estoque

  • Licitação e fornecedores
  • Recebimento e conferência
  • Armazenamento e validade
  • Distribuição e dispensação
  • Visão limitada do resultado
Camada complementar Juuntos

Gestão orientada ao acesso

  • Política pública e governança
  • Elegibilidade e critérios
  • Rede privada de farmácias
  • Acesso e continuidade
  • Indicadores e inteligência

Da compra ao impacto

O sucesso não precisa ser medido apenas em caixas movimentadas.

A plataforma preserva os controles operacionais, mas amplia a visão para acompanhar acesso, continuidade e resultados observáveis da política pública.

O modelo tradicional mede

Execução e movimentação

  • Quantidade de medicamentos comprada
  • Quantidade armazenada e distribuída
  • Giro de estoque, validade e perdas
  • $Valor empenhado e executado
  • Consumo registrado por unidade
A Juuntos também permite medir

Pessoas, tratamentos e alcance

  • Beneficiários que efetivamente utilizaram o programa
  • Tratamentos iniciados ou cadastrados
  • Continuidade terapêutica e adesão aos programas
  • Cobertura territorial e disponibilidade de acesso
  • Satisfação, participação e experiência da população
  • Inconsistências, recusas e desperdícios potencialmente evitados
Comprar medicamentos mede execução. Acompanhar pessoas e tratamentos mede o impacto da política pública.Os indicadores de resultado são definidos, alimentados e avaliados no projeto-piloto; não representam promessa clínica antecipada.

Rede privada como infraestrutura

Mais acesso utilizando a infraestrutura privada já instalada.

A prefeitura pode utilizar a rede privada já presente no território em programas, públicos e medicamentos selecionados. O cidadão ganha proximidade; o município preserva o comando por meio de regras, limites, preço máximo e auditoria.

Atendimento mais próximoMenos deslocamento e mais opções para o beneficiário.
Horários ampliadosAcesso compatível com a rotina real da população.
Rede mais distribuídaPode reduzir a dependência de um único ponto de dispensação.
Expansão por territórioO programa pode crescer sem exigir replicação proporcional de toda a infraestrutura física.
Economia localFarmácias privadas elegíveis pelas regras do programa participam da política municipal.
JUUNTOS
GOVERNO
Farmácia de bairro
Rede regional
Drogaria local
Drogaria elegível
Rede municipal
Ponto próximo ao cidadão

Elegibilidade do estabelecimento

Qualquer drogaria pode receber, sem cadastro individual, desde que passe pelas regras.

A rede é aberta, mas a autorização do PIX é objetiva. O recebedor, o CNAE, o território e o documento fiscal precisam corresponder antes e depois da compra.

Farmácias aceitas

  • O recebedor do PIX é pessoa jurídica.
  • O CNPJ possui o CNAE 4771-7/01 — Comércio varejista de produtos farmacêuticos, sem manipulação de fórmulas, como atividade primária ou secundária.
  • A unidade atua como drogaria sem manipulação.
  • O endereço cadastral do CNPJ está na abrangência municipal, estadual ou nacional definida pelo programa.
  • O CNPJ recebedor do PIX é o mesmo CNPJ emitente da nota fiscal.
  • Farmácia dentro de supermercado é aceita quando possui CNPJ próprio e cumpre todas as demais regras.

×Estabelecimentos recusados

  • ×Farmácias de manipulação.
  • ×Farmácias hospitalares.
  • ×Distribuidores e atacadistas.
  • ×Estabelecimentos sem o CNAE 4771-7/01.
  • ×Recebedores fora da abrangência territorial configurada.
  • ×PIX para pessoa física ou para CNPJ diferente do emitente da nota fiscal.
Matriz ou filial: a regra é a mesma. Não importa se o estabelecimento é matriz ou filial. O sistema verifica o CNPJ que receberá o PIX, o endereço cadastral desse CNPJ e sua presença na abrangência definida. Esse mesmo CNPJ deverá emitir a nota fiscal.
CNPJ elegível no território
Mesmo CNPJ recebe o PIX
Mesmo CNPJ emite a nota fiscal

Rede distribuída e continuidade

Rede local forte. Operação mais resiliente.

A capilaridade da rede privada não entrega apenas conveniência. Quando aplicada a um recorte adequado, pode reduzir concentração, ampliar alternativas e aumentar a capacidade de adaptação da política pública.

Múltiplos estabelecimentos elegíveisO programa pode operar com diferentes drogarias aprovadas pelas mesmas regras.
Menor dependência de uma única unidadeA indisponibilidade pontual de um estabelecimento não precisa paralisar todo o acesso.
Maior capacidade de adaptaçãoA rede distribuída facilita remanejamentos territoriais e expansão gradual do programa.
Expansão com menor necessidade de crescimento proporcionalA cobertura pode crescer usando infraestrutura privada já existente, sem repetir toda a estrutura pública.
Potencial de circulação econômica localA participação de drogarias elegíveis pode fortalecer estabelecimentos e empregos do próprio território.
SEM PONTO ÚNICO
DE DEPENDÊNCIA
Drogaria local A
Rede regional B
Farmácia de bairro C
Unidade elegível D
Ponto próximo E
Rede participante F

Todos os estabelecimentos passam pelas mesmas regras de CNAE, território, CNPJ, recebedor e nota fiscal.

Precedentes públicos

Uma arquitetura já utilizada pelo Brasil e por sistemas públicos maduros.

O uso de farmácias privadas para ampliar o acesso público a medicamentos não é uma experiência inédita. Diferentes países combinam financiamento público, farmácias comunitárias, critérios de elegibilidade, coparticipação, preços de referência e pagamento condicionado à dispensação.

BR
Precedente brasileiro

O Governo Federal já utiliza a rede privada para complementar a dispensação pública.

O Programa Farmácia Popular disponibiliza medicamentos por meio de farmácias credenciadas da rede privada, de forma complementar às Unidades Básicas de Saúde e às farmácias municipais.

O que isso demonstra: política pública, financiamento governamental e rede privada podem atuar juntos para ampliar a capilaridade do acesso.

Fonte oficial ↗
Benchmarks internacionais

Quatro referências especialmente próximas da arquitetura operacional da Juuntos.

O critério de comparação não é apenas PIB ou IDH. É a forma como o benefício organiza elegibilidade, medicamento, farmácia, participação financeira, validação e pagamento.

PTArquitetura próxima

Portugal

Comparticipação e preço de referência

O Estado pode comparticipar medicamentos prescritos e dispensados em farmácias comunitárias. O sistema de preços de referência estabelece valores máximos para grupos equivalentes.

Aprendizado para a Juuntos: limite público, medicamento elegível, preço de referência e eventual diferença paga pelo cidadão.

Consultar fonte oficial ↗
CAArquitetura próxima

Canadá

Programas segmentados por beneficiário

Os planos públicos variam entre províncias e territórios, com critérios relacionados a idade, renda, grupo beneficiário, custo e medicamento.

Aprendizado para a Juuntos: programas diferentes para públicos, condições clínicas e regras de elegibilidade distintas.

Consultar fonte oficial ↗
AUArquitetura próxima

Austrália

Fornecedores aprovados e coparticipação

O Pharmaceutical Benefits Scheme utiliza fornecedores aprovados, medicamentos elegíveis, coparticipação e processamento de cobranças das farmácias.

Aprendizado para a Juuntos: estabelecimento elegível, formulário, coparticipação e pagamento público vinculado à dispensação.

Consultar fonte oficial ↗
UKArquitetura próxima

Reino Unido

Contratação, dispensação e reembolso

Farmácias contratadas dispensam prescrições do NHS e recebem reembolso ou remuneração conforme regras, preços, taxas e procedimentos definidos no Drug Tariff.

Aprendizado para a Juuntos: regras públicas, dispensação comprovada, faturamento eletrônico e pagamento condicionado à operação realizada.

Consultar fonte oficial ↗
O diferencial Juuntos

A Juuntos não copia um único país. Ela reúne mecanismos já consolidados em uma infraestrutura municipal.

O município define públicos, medicamentos, limites, orçamento e regras. A plataforma acrescenta parametrização sem programação, biometria e liveness, validação documental, controle por EAN e PMC, auditoria de nota fiscal, antifraude e acompanhamento da continuidade do tratamento.

Financiamento públicoRede privadaRegras municipaisAuditoria digital
i

Nota metodológica: os países apresentados são referências de arquitetura operacional. Cada sistema possui legislação, financiamento, cobertura e organização próprios. A Juuntos será implementada de acordo com a legislação brasileira e com o desenho administrativo de cada município.

Implantação sem ruptura

O município não precisa substituir toda a estrutura existente.

A Juuntos pode complementar a assistência farmacêutica atual, começando onde a política pública enfrenta maior dificuldade de acesso, continuidade, previsibilidade ou custo total — e onde a diferença de aquisição possa ser compensada por ganhos operacionais, redução de risco e rebates.

Complemento à farmácia pública

Mantém os canais municipais e cria uma alternativa digital para públicos, itens ou situações definidas.

Programas específicos

Hipertensão, diabetes, saúde mental, gestantes, idosos, servidores ou outras políticas prioritárias.

Territórios selecionados

Implantação por bairro, distrito, região ou população com maior dificuldade de deslocamento.

Contingência e rupturas

Alternativa operacional para indisponibilidade recorrente, transição ou pressão excepcional sobre a rede pública.

Começar por um recorte limita a exposição, permite medir o custo líquido e acelera o aprendizado.A expansão ocorre somente depois da medição dos resultados operacionais, financeiros e assistenciais.
02

Capítulo 02

Operação do programa

Quem participa, como o cidadão utiliza e como a compra é validada e conciliada.

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Como funciona

Uma arquitetura para complementar e ampliar o acesso ao tratamento.

O município continua no comando: define programas, regras, critérios, limites e medicamentos elegíveis. A plataforma executa e audita.

01

Política pública

O município cria o programa e define suas regras.

02

Elegibilidade

Beneficiários são vinculados com critérios objetivos.

03

Validação

Receita, regras, biometria facial e liveness são conferidos.

04

Acesso

O cidadão compra em farmácia privada elegível quando o programa e o EAN estiverem autorizados.

05

Auditoria

Transação, nota fiscal e regras ficam rastreáveis.

06

Inteligência

Indicadores apoiam decisões e evolução da política.

Papéis claramente definidos

Cada participante sabe o que decide e o que executa.

A separação de responsabilidades preserva o comando público, facilita a fiscalização e evita que a tecnologia substitua decisões próprias da administração.

Município

  • Define a política e o público elegível
  • Escolhe medicamentos, limites e território
  • Configura prazo da nota, reembolso e duração do Tutor
  • Autoriza orçamento e regras financeiras
  • Acompanha indicadores, solicita explicações e pode pedir revisão de decisões
  • Governa alterações e exceções

Juuntos

  • Parametriza e executa as regras aprovadas
  • Valida o recebedor antes do PIX e solicita a transferência pela API bancária
  • Interpreta documentos e concilia cada item da nota fiscal
  • Encaminha casos inconclusivos para análise humana
  • Gera cobrança PIX de devolução quando aplicável
  • Mantém trilha de auditoria, indicadores e alertas

Beneficiário

  • É o titular da elegibilidade, do saldo e do tratamento
  • Realiza pessoalmente a jornada quando possui capacidade para isso
  • Escaneia o EAN e informa quantidade e valor unitário
  • Apresenta prescrição e dados da aquisição
  • Envia a nota fiscal dentro do prazo configurado
  • É responsável pela devolução de valores não comprovados, nunca a farmácia
  • Participa do acompanhamento do tratamento

Responsável Tutor

  • É previamente vinculado ao beneficiário representado
  • Acessa o aplicativo em seu próprio perfil
  • Realiza a facial e o liveness com a própria identidade
  • Executa a aquisição em nome do beneficiário
  • Fica identificado junto com o beneficiário na auditoria

Farmácia

  • Realiza a venda do medicamento
  • Recebe exclusivamente o PIX autorizado via QR Code
  • Emite a nota fiscal no mesmo CNPJ que recebeu o PIX
  • Não precisa realizar reembolso à prefeitura
  • Não define elegibilidade nem saldo
  • Não acessa informações clínicas desnecessárias

Fluxo de aquisição do beneficiário

Da necessidade ao tratamento, cada etapa é validada.

A aquisição ocorre exclusivamente no aplicativo. O procedimento pode ser realizado pelo próprio beneficiário ou, quando houver representação formal, pelo Responsável Tutor previamente vinculado.

01

Escaneia o código de barras

O beneficiário ou o Responsável Tutor identifica o medicamento pelo EAN. Se o código não estiver no rol daquele programa, o fluxo é interrompido imediatamente.

02

Informa quantidade e preço

Quem conduz a jornada informa a quantidade pretendida e o valor unitário apresentado pela farmácia.

03

Envia a prescrição

A prescrição do beneficiário é anexada para validação de paciente, prescritor, medicamento, dose e validade.

04

Comprova quem está realizando

A biometria facial e o liveness são do beneficiário quando ele realiza pessoalmente ou do Responsável Tutor quando atua em representação.

05

Demais regras são aplicadas

Após o EAN ser aceito, apresentação, fabricante, substância, quantidade, intervalo, prescrição, saldo, elegibilidade, PMC, limites e coparticipação são conferidos.

06

Valor é autorizado

O sistema autoriza somente o valor elegível, respeitando saldo, teto público e eventual participação do beneficiário.

07

Compra na farmácia

A aquisição é realizada em farmácia privada elegível, conforme território, regularidade e condições definidas pelo município.

08

Comprovação e auditoria

Nota fiscal, transação, beneficiário, eventual Responsável Tutor, regras aplicadas e histórico ficam vinculados para auditoria.

Primeira barreira: o EAN precisa pertencer ao rol do programa.

O aplicativo não avança para pagamento quando o código de barras não estiver autorizado. Somente depois dessa validação são executadas as regras clínicas, financeiras e documentais.

ApresentaçãoFabricanteSubstânciaQuantidadeIntervaloPrescriçãoSaldoElegibilidadePMCLimitesCoparticipação

Identidade validada

A plataforma comprova quem está presente e em nome de quem a aquisição ocorre.

A validação acontece antes da autorização. Quando o procedimento é realizado pelo Responsável Tutor, a identidade e a presença validadas são as do Tutor, enquanto o benefício permanece vinculado ao beneficiário.

  • Identifica se a jornada é realizada pelo beneficiário ou pelo Responsável Tutor.
  • Comprova a presença real da pessoa que está conduzindo o procedimento.
  • Mantém o benefício, a prescrição e o saldo vinculados ao beneficiário correto.
  • Registra beneficiário e Tutor na mesma trilha de auditoria quando houver representação.

Biometria facial + liveness

Identidade validada. Representação comprovada.

Usuário da aquisiçãoBiometria facial própriaLiveness🔒Beneficiário vinculado
Uso não autorizadoConta compartilhada ou terceiro sem vínculo deve ser bloqueado.
Responsável TutorAtuação permitida somente quando houver vínculo formal com o beneficiário.
Biometria + livenessValidam a pessoa que está efetivamente conduzindo a aquisição.

Jornada única com representação

A aquisição acontece sempre pelo aplicativo.

Não existem canais paralelos ou métodos alternativos de aquisição. O beneficiário realiza o procedimento diretamente no aplicativo ou, quando for legalmente incapaz e estiver formalmente representado, por meio de um Responsável Tutor previamente vinculado.

Responsável Tutor

Representação sem perder identidade, controle ou rastreabilidade.

O Tutor atua exclusivamente em nome do beneficiário vinculado. A elegibilidade, a prescrição, o saldo, os limites e o medicamento permanecem associados ao beneficiário. A identidade e a presença de quem realiza o procedimento são comprovadas pela biometria facial e pelo liveness do próprio Tutor.

Vínculo prévio: o Tutor precisa estar cadastrado e associado ao beneficiário pelo fluxo definido pelo município.
Representação identificada: o Tutor não recebe o benefício em nome próprio; ele apenas executa a jornada em nome do beneficiário.
Biometria correta: facial e liveness são realizados pelo Tutor, porque é ele quem está presente e conduzindo a aquisição.
Regras preservadas: todos os controles clínicos, financeiros e documentais continuam vinculados ao beneficiário.
BeneficiárioÉ o titular do programa, da prescrição, do saldo e do tratamento.
Vínculo autorizadoO município registra a relação entre beneficiário e Responsável Tutor.
Responsável TutorAcessa o aplicativo e seleciona o beneficiário representado.
Facial + liveness do TutorComprova a identidade e a presença de quem realiza o procedimento.
Aquisição auditadaA transação registra beneficiário, Tutor, documentos, regras, data e decisão.

Canal único

Toda solicitação, validação e autorização ocorre dentro do aplicativo Juuntos.

Acessibilidade no próprio app

Recursos de interface e suporte podem facilitar a utilização sem criar outro meio de aquisição.

Tutor formalmente vinculado

A representação depende de cadastro, documentação e vínculo previamente reconhecido no programa.

Presença do Tutor comprovada

A biometria facial e o liveness utilizados na aquisição são os do Responsável Tutor.

Benefício permanece individual

Medicamento, prescrição, saldo, elegibilidade e tratamento continuam pertencendo ao beneficiário.

Dupla rastreabilidade

A auditoria identifica claramente quem recebeu o benefício e quem realizou o procedimento.

Sem canal paralelo: suporte, orientação ou auxílio de cadastro não substituem o aplicativo como meio de aquisição. Mesmo quando houver Responsável Tutor, toda a jornada continua digital, autenticada e auditável.

Validações técnicas e antifraude

Cada aquisição passa por controles próprios.

As regras são aplicadas em momentos diferentes da jornada, evitando que todas as verificações fiquem concentradas apenas depois do pagamento.

Antes da solicitação
CPF, vínculo e representaçãoConfirma a participação do beneficiário e, quando aplicável, o vínculo ativo do Responsável Tutor.
Biometria e liveness do usuárioValida a identidade e a presença do beneficiário ou do Tutor que está realizando o procedimento.
ElegibilidadeAplica idade, sexo, público, programa e demais critérios.
Durante a autorização
Prescrição médicaPaciente, prescritor, medicamento, dose, validade e compatibilidade.
EAN no rol do programaO código de barras é a primeira barreira. EAN não autorizado interrompe o fluxo antes das demais verificações.
Quantidade e periodicidadeLimites mensais, repetição e intervalo entre utilizações.
$
Saldo, PMC e coparticipaçãoCrédito disponível, preço máximo, teto público e eventual diferença do beneficiário.
Recebedor do PIXPessoa jurídica, CNAE 4771-7/01 primário ou secundário, território permitido e CNPJ elegível antes da confirmação.
Depois da compra
CNPJ da nota fiscalConfirma que o emitente é exatamente o mesmo CNPJ que recebeu o PIX.
Nota fiscal item a itemData, EAN, quantidade, valor unitário e diferenças são confrontados individualmente com a autorização.
Trilha da transaçãoDocumentos, regras aplicadas, decisão e histórico preservados.
Duplicidade de utilizaçãoCompra antes do prazoProduto fora da prescriçãoValor ou documento inconsistenteUso por terceiro não autorizado ou Tutor sem vínculo ativo

Pagamento exclusivamente por PIX

O dinheiro permanece na conta da prefeitura até a aquisição.

O beneficiário lê o QR Code da maquininha ou da placa da farmácia. Antes da confirmação, a Juuntos valida o recebedor e somente então solicita a transferência pela API bancária da prefeitura.

1
Aquisição aprovadaEAN, medicamento, prescrição, quantidade, valor, saldo e demais regras foram validados.
2
QR Code PIX informadoO QR pode ser gerado pela maquininha ou estar disponível na placa da farmácia.
3
Recebedor validadoPessoa jurídica, CNAE 4771-7/01, território permitido e CNPJ compatível.
4
Transferência solicitadaA Juuntos aciona a API bancária; o recurso não fica previamente depositado em conta da plataforma.
5
PIX confirmadoO saldo do beneficiário é debitado no momento da aquisição e a farmácia recebe a transação.
6
Compra aguardando notaA transação permanece vinculada ao beneficiário, ao medicamento, ao CNPJ e ao prazo de comprovação.

Validação antes da transferência

O PIX não é realizado quando qualquer elemento essencial estiver incompatível. A rede pode ser aberta, mas o pagamento nunca é irrestrito.

PIX via QR CodeÚnico meio de pagamento do fluxo: QR da maquininha ou da placa da farmácia.
Recebedor pessoa jurídicaChave ou QR associado a pessoa física interrompe a operação.
CNAE obrigatório4771-7/01 como atividade primária ou secundária; manipulação, hospitalar, distribuidor e atacadista são recusados.
Abrangência territorialO endereço do CNPJ recebedor deve estar no município, estado ou território nacional configurado, seja matriz ou filial.
Correspondência fiscalO mesmo CNPJ que recebe o PIX deve emitir a nota fiscal da aquisição.
Bloqueio preventivo: se CNPJ, CNAE ou território forem incompatíveis, a API bancária não é acionada e o PIX não é realizado.

Nota fiscal, conciliação e reembolso

Depois do PIX, cada item precisa ser comprovado.

Não existe cancelamento simples da transação. A regularização acontece pela nota fiscal correta ou, quando previsto no programa, pela devolução proporcional do valor não comprovado.

Prazo configurável

A prefeitura define o prazo para envio da nota fiscal. A recomendação padrão da Juuntos é envio em até uma hora após o PIX.

Conciliação por IA

A IA confronta CNPJ, data, EAN, quantidade e valor. Quando a confiança não é suficiente, o caso segue para colaborador da Juuntos.

Bloqueio até regularizar

O não envio ou a pendência de devolução bloqueia novas aquisições. A prefeitura define se o atraso também gera obrigação de reembolso.

Notas com vários medicamentos são conciliadas item a item.

O sistema preserva o que foi corretamente comprovado e trata somente o item ou a diferença que apresentou divergência.

Item comprovadoPermanece regular e não é afetado por divergências de outros itens da mesma nota.
Item não identificadoGera devolução somente do valor correspondente àquele item.
Quantidade divergenteA devolução considera apenas a quantidade não comprovada.
Preço divergenteA devolução considera somente a diferença de valor apurada.

Responsabilidade do beneficiário

A farmácia não devolve o recurso.

O reembolso é exigido do beneficiário quando o item não é comprovado ou a inconsistência não é corrigida dentro das regras do programa.

Direito de revisão: a prefeitura pode solicitar explicação sobre a decisão automatizada ou humana e pedir nova análise do caso.
1
Inconsistência identificadaCNPJ diferente, item ausente, quantidade ou preço divergente, ou ausência de nota dentro do prazo.
2
Correção solicitadaQuando o CNPJ da nota for diferente do recebedor, a nota é recusada e um novo documento deve ser enviado.
3
Cobrança PIX geradaSe a pendência não for corrigida, a Juuntos gera pela API a cobrança de devolução apenas do valor não comprovado.
4
Bloqueio mantidoNenhuma nova aquisição pode ocorrer enquanto existir devolução pendente.

Controle financeiro inteligente

O valor bruto é apurado conforme as utilizações validadas.

O crédito representa o limite de utilização do beneficiário. A apuração financeira considera as compras efetivamente realizadas e validadas no período. O painel separa valor bruto autorizado, rebates aplicáveis, custo administrativo e custo líquido estimado.

1

Limite mensal definido

O município parametriza o saldo por programa ou beneficiário.

2

Uso validado

Cada aquisição passa por elegibilidade, receita, identidade, saldo e regras.

3

Apuração do período

A plataforma consolida somente as utilizações autorizadas e auditáveis.

4

Apuração econômica do período

A plataforma consolida valor bruto, rebates, custo administrativo e custo líquido, além de estimar separadamente os efeitos econômicos e fiscais locais.

Limite mensal do beneficiárioR$ 100,00Valor máximo disponível conforme o programa.
Utilização validada no mêsR$ 42,00Somente o valor efetivamente utilizado e autorizado.
Valor bruto autorizadoR$ 42,00Antes de rebate e custo administrativo.

Cenários de utilização

E quando o saldo não cobre toda a compra?

O comportamento é definido pelo município antes da implantação. A mesma plataforma pode aplicar regras diferentes conforme o programa, o público ou o medicamento.

Saldo suficienteA compra é autorizada dentro do valor disponível e das demais regras do programa.
Pagamento da diferençaQuando permitido, o beneficiário pode assumir apenas a parcela não coberta pelo programa.
Limitação ao saldo disponívelO valor autorizado pode ser limitado ao crédito remanescente, sem ultrapassar o teto definido.
×Compra não autorizadaO programa pode bloquear a utilização quando o limite mensal já tiver sido atingido.

Franquia, coparticipação, pagamento de diferença e bloqueio são parâmetros do programa — não decisões tomadas livremente pelo sistema.

Sustentabilidade econômica do modelo

A rede privada entra onde o custo líquido e o risco justificam.

A Juuntos não precisa ser mais barata que a aquisição pública em todos os medicamentos. A tese defensável é utilizar a rede privada de forma complementar, gradual e orientada por dados, começando pelos programas e EANs em que o custo total de garantir acesso compense a diferença de aquisição.

Tese econômicaA Juuntos torna sustentável o uso complementar da rede privada ao selecionar os casos em que preço, risco de falta, custo operacional evitável, rebate e efeitos econômicos locais produzem uma relação econômica defensável.
01

Complementar, não substituir

O município mantém os canais existentes e começa por um recorte específico de público, programa, território ou medicamento.

02

Selecionar antes de ampliar

A inclusão considera diferença de preço, histórico de licitação, abastecimento, disponibilidade privada, logística e condições comerciais.

03

Medir antes de escalar

A expansão ocorre somente após comparar linha de base, custo líquido, acesso, continuidade e desempenho operacional.

Referência de apuraçãoCusto líquido Juuntos = valor autorizado pelo município − rebate da indústria + custo administrativo do programa

A comparação correta não se limita ao preço unitário. Ela confronta o custo líquido do programa com o custo total necessário para o município garantir que o medicamento efetivamente chegue ao beneficiário.

Impacto fiscal e econômico local

A movimentação nas farmácias do território pode gerar efeitos adicionais para o município.

As compras realizadas em estabelecimentos locais podem contribuir para a atividade econômica e para o valor adicionado do território. Conforme as regras estaduais, o regime tributário das farmácias e as características das operações, esse incremento pode influenciar a participação municipal na arrecadação do ICMS. Com a transição da Reforma Tributária, o IBS reforça progressivamente o princípio do destino, relacionado ao local do consumo.

ICMSCota-parte municipalO efeito ocorre de forma agregada, segundo o índice de participação e os critérios aplicáveis em cada estado.
IBSTributação no destinoA transição amplia a relevância do local de consumo para a distribuição da arrecadação entre os entes.
Economia no territórioO programa pode ampliar o fluxo de consumidores e a movimentação econômica das drogarias locais.
i

Não é devolução automática por compra. O impacto fiscal local deve ser estimado separadamente pela área fazendária, sem ser descontado da fórmula principal do custo líquido até que exista metodologia validada e resultado efetivamente apurado.

Modelo baseado em estoque

Custo total municipal

  • Aquisição e processamento da contratação
  • Armazenamento, distribuição e dispensação
  • Estrutura física e equipes envolvidas
  • Perdas, divergências e descarte
  • Compras emergenciais e falhas de fornecedor
  • Desabastecimento e demanda não atendida
Modelo complementar Juuntos

Custo líquido e risco controlado

  • Valor máximo autorizado por EAN
  • Pagamento vinculado à utilização validada
  • Rebate ou aporte comercial rastreável
  • Custo administrativo do programa
  • Impacto fiscal local incremental estimado em camada separada
  • Dispensa de estoque municipal para as utilizações do recorte selecionado
  • Dados reais de preço, acesso e demanda

Seleção econômica por EAN

O sistema mostra a viabilidade. A decisão permanece com a prefeitura.

Cada EAN pode receber uma classificação de alta, moderada ou baixa viabilidade, baseada em critérios configuráveis e transparentes.

25%Diferença para aquisição públicaQuanto o preço privado se afasta da referência pública disponível.
25%Rebate disponívelValor, percentual, vigência e condição aplicável ao produto.
20%Risco de desabastecimentoFrequência, duração e impacto das rupturas observadas.
15%Histórico de licitaçãoItens desertos, fracassados, sem proposta válida ou com entrega instável.
10%Disponibilidade privadaPresença e variedade do medicamento nas drogarias do território.
5%Custo operacional evitávelLogística, estoque e dispensação que podem deixar de incidir sobre o recorte.
i

Os pesos acima são ilustrativos e configuráveis. O índice não substitui avaliação técnica, jurídica, terapêutica ou administrativa.

Painel econômico do medicamento

O gestor visualiza a decisão completa antes de incluir o EAN.

Princípio ativo e apresentaçãoFabricante e EANPMC vigentePreço máximo municipalPreço médio observadoMenor e maior preço identificadosHistórico de custoRebate e condiçõesCusto líquido estimadoClassificação de viabilidade
Análise econômica por EANExemplo ilustrativo
PMC vigenteReferência informativa
Teto municipalDefinido pelo gestor
RebateCondição rastreável
Custo líquidoCalculado por unidade
Índice de viabilidadeModeradaDecisão do município

Inteligência de preços e farmácias

Recomendação econômica sem cadastro individual.

A plataforma constrói histórico a partir das transações e notas fiscais. O aplicativo pode sugerir drogarias historicamente mais vantajosas, considerando preço, distância, disponibilidade observada, conformidade fiscal, variedade elegível e possibilidade de entrega.

  • ·O ranking não bloqueia outras drogarias elegíveis.
  • ·A recomendação não cria credenciamento individual.
  • ·Preços mais competitivos podem atrair o beneficiário e gerar compras adicionais com recursos próprios.

Rebate da indústria

Condições comerciais vinculadas ao EAN e ao programa.

O rebate pode ser fixo por unidade, percentual, aporte antecipado, crédito posterior por volume ou condição diferenciada mediante priorização ou exclusividade dentro do rol financiado de um programa.

  • ·Vigência, volume, território e condição ficam visíveis ao gestor; eventual priorização ou exclusividade exige justificativa técnica, econômica, terapêutica e jurídica.
  • ·Cada aquisição validada permanece vinculada ao beneficiário, EAN, nota, fabricante, quantidade, data e valor.
  • ·O benefício econômico deverá ser revertido ao próprio programa por abatimento, crédito ou aporte, conforme o instrumento aplicável.

O custo além do medicamento

A compra é apenas uma parte do custo integral da assistência.

Em um estudo de caso da assistência farmacêutica da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro, armazenagem, distribuição, transporte e dispensação representaram 41,4% do custo total analisado.

i

Como interpretar: trata-se de um estudo de caso municipal com dados de 2012, não de uma média nacional atual. O número serve para demonstrar que a estrutura operacional possui peso econômico relevante. Consultar estudo ↗

De cada R$ 100 do custo integral analisadoR$ 100
58,7%
17,2%
24,3%
R$ 58,70 — compra dos medicamentos
R$ 17,20 — armazenagem, distribuição e transporte
R$ 24,30 — estrutura local de dispensação
Operação posterior à compra41,4% do custo integral analisado

Em determinados medicamentos e programas, o município pode aceitar uma diferença controlada de aquisição para garantir acesso efetivo, reduzir o risco de desabastecimento e compensar parte do custo por meio de rebate, economia operacional mensurada e eventual impacto fiscal local incremental — sempre apurado separadamente e sem promessa de retorno automático.

03

Capítulo 03

Governança pública

Como o conhecimento vira regra, a automação permanece controlada e cada decisão deixa evidências.

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Governança e controle

A tecnologia executa. O município decide.

A política pública é parametrizada no painel. O gestor altera regras sem depender de programação, e cada mudança fica registrada, documentada e disponível para auditoria.

Elegibilidade por CPF e programa
Critérios por idade, sexo e condição
Controle por EAN, fabricante e substância
Preço máximo, custo líquido e periodicidade
Biometria facial e prova de vida
Auditoria ponta a ponta
LGPD e dados anonimizados
Rebates, condições comerciais e relatórios
Exemplo de visão geral do programaAmbiente demonstrativo
Público elegívelA definir
Programas configuradosExemplo
IndicadoresA medir
Programa possívelMeta do pilotoSituação
Hipertensão e diabetesA definirConfigurável
Saúde da mulherA definirConfigurável
Saúde mentalA definirConfigurável
IdososA definirConfigurável
Medicamentos judicializadosA definirSob análise

Interface ilustrativa. Os dados e programas serão definidos em cada projeto-piloto.

Perfis municipais e segregação de acesso

Quatro perfis. Uma regra clara de permissão.

Somente o perfil Master cria ou modifica. Os demais perfis consultam as informações necessárias à sua função, sem poder efetivar mudanças.

Master

Perfil de administração e decisão operacional do município.

  • Cria e altera programas
  • Inclui, suspende, reativa e exclui beneficiários
  • Inclui, substitui ou remove Responsáveis Tutores
  • Configura regras, prazos, abrangência e parâmetros
  • Confirma toda alteração por token
Único que modifica

Financeiro

Visão especializada dos dados de execução financeira.

  • Acessa saldos, utilização e conciliações
  • Consulta relatórios financeiros
  • Acompanha devoluções e pendências
  • Não cria programas nem altera regras
Somente consulta

Gestor

Visão gerencial para acompanhamento da política pública.

  • Acessa indicadores assistenciais
  • Consulta públicos, programas e utilização
  • Acompanha desempenho e alertas
  • Não efetiva alterações
Somente consulta

Auditor

Visão ampla equivalente à consulta do Master, sem poder de edição.

  • Acessa regras, versões e documentos
  • Consulta beneficiários, programas e transações
  • Analisa trilhas e decisões
  • Não cria programas, altera regras ou efetiva mudanças
Consulta ampla
Confirmação reforçada: toda criação, alteração, suspensão, reativação, exclusão ou mudança de parâmetro realizada pelo Master exige confirmação por token e permanece registrada na auditoria.

Auditoria e prestação de contas

Cada decisão deixa evidências.

A plataforma registra não apenas o resultado da autorização, mas também quais dados e regras produziram aquela decisão.

Quem realizou a açãoGestor, operador, beneficiário ou sistema.
Quando ocorreuData, horário, ciclo e etapa da jornada.
Qual regra foi aplicadaCritério vigente e versão utilizada.
Quais documentos sustentaram a decisãoPrescrição, nota fiscal e anexos.
Qual foi o resultadoAprovação, recusa, bloqueio ou análise.
Exemplo de trilha de uma utilizaçãoCompleta
1
Beneficiário identificadoCPF vinculado ao programa · liveness aprovado
2
Prescrição analisadaPaciente, medicamento e validade compatíveis
3
Regra financeira aplicadaSaldo, teto municipal, PMC e condição econômica conferidos
4
Compra realizadaFarmácia permitida pelo programa
5
Nota fiscal confrontadaEAN, quantidade e valor correspondentes

Autonomia para o município

Mudanças sem depender de programação.

O painel foi desenhado para que a política pública evolua no ritmo da gestão. Parâmetros podem ser alterados com segurança, rastreabilidade e aplicação imediata, sem abrir chamado de desenvolvimento.

EANs e fabricantes autorizadosPúblicos e critérios de elegibilidadeProgramas e grupos de beneficiáriosPreço máximo por EAN e periodicidadeCoparticipações, franquias, rebates e condiçõesDocumentos, bloqueios e regras de utilizaçãoAbrangência municipal, estadual ou nacionalPrazos de nota, reembolso e vínculo do Tutor
Painel de parametrizaçãoPrograma: Hipertensão
EANs autorizados128 produtos ativosEditar
Públicos elegíveis3 critérios ativosEditar
Limite mensalR$ 100,00Alterar
Teto por EANConfigurável por produtoEditar
Rebate disponívelCondição e vigência rastreadasEditar
Coparticipação20%Alterar
PeriodicidadeMensalAlterar
Biometria + livenessObrigatóriaEditar
Nota fiscalObrigatória · prazo configurávelEditar
AbrangênciaMunicipalAlterar
Regra de reembolsoPor item não comprovadoEditar
✓ Alterações aplicadas com trilha de auditoria — sem código, sem projeto e sem burocracia técnica.

Ciclos configuráveis

O município define a vigência de cada regra.

Programas, comprovações e vínculos podem ter prazos próprios. Todas as mudanças são aplicadas pelo Master, confirmadas por token e preservadas na trilha de auditoria.

Início e términoDatas de vigência do programa e de suas condições.
Prazo da nota fiscalTempo máximo para comprovar a aquisição após o PIX.
Abrangência territorialMunicipal, estadual ou nacional.
Regra de reembolsoHipóteses, valores e prazos de devolução.
Vínculo do TutorDuração e renovação da representação autorizada.

Recomendação padrão Juuntos: vínculo do Responsável Tutor com validade de 12 meses, sujeito às regras e revisões definidas pelo município.

Automação com governança

O município define. O sistema executa. A IA interpreta. O humano governa.

A inteligência artificial apoia a leitura e a interpretação de documentos, mas não cria a política pública nem altera critérios por conta própria.

Município define

Públicos, medicamentos, limites, preço máximo por EAN, condições de rebate, orçamento, territorialidade e critérios de exceção.

Sistema executa

Aplica as regras vigentes de forma consistente e registra cada decisão operacional.

IA interpreta

Lê prescrições, notas fiscais e evidências, confrontando os dados com as regras configuradas.

Humano governa

Analisa casos inconclusivos, autoriza exceções e responde por mudanças na política.

Sem política autônoma: a IA não amplia cobertura, cria beneficiários, muda limites ou libera exceções sem regra ou decisão humana registrada.

Memória institucional

O conhecimento é transformado em regra.

A política pública não pode depender de pessoas específicas. Decisões, critérios e aprendizados passam a fazer parte de uma estrutura permanente de governança.

Conhecimento nas pessoas
Servidor AServidor BServidor C
AposentadoriaExoneraçãoMudança de equipeTroca de gestão

Sem estrutura, parte do conhecimento se perde, o trabalho recomeça e a operação fica dependente de indivíduos.

Conhecimento na política pública
ProgramasCritériosRegras de utilizaçãoElegibilidadeHistóricosIndicadoresAuditoriaGovernança

O conhecimento é preservado, a política continua e novas equipes assumem uma operação documentada e auditável.

O conhecimento deixa de estar apenas nas pessoas e passa a fazer parte da política pública.

Mais segurança institucionalContinuidade dos programasPadronização e conformidadeHistórico preservadoTransparência e prestação de contas
Controle é meio.Resultado é finalidade.

A auditoria não existe apenas para produzir registros.

A biometria não existe apenas para validar identidades.

As regras não existem apenas para bloquear utilizações.

Tudo existe para aumentar a capacidade de o recurso público chegar ao tratamento e produzir resultado mensurável.

04

Capítulo 04

Cuidado e inteligência

Como a política acompanha tratamentos, previne riscos, comunica e aprende com a população.

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Programas personalizados

Uma plataforma para diferentes políticas públicas.

Cada programa possui seus próprios beneficiários, medicamentos, critérios, limites e regras de utilização.

Hipertensão e diabetes

Crie regras específicas por condição, medicamento e periodicidade.

Saúde mental

Apoie a continuidade terapêutica e a redução do abandono de tratamento.

Gestantes e primeira infância

Estruture jornadas de cuidado com comunicação e prevenção.

Idosos

Amplie acesso e acompanhe adesão em públicos de maior risco.

Oncologia

Parâmetros específicos para tratamentos de maior complexidade.

Servidores públicos

Benefícios estruturados com regras próprias para o funcionalismo.

Judicializados

Rastreabilidade, validações e documentação em cada utilização.

Programas municipais

Crie iniciativas específicas sem depender de desenvolvimento.

Aplicações possíveis

Como um município poderá utilizar a plataforma.

São possibilidades de desenho para os primeiros pilotos. Não representam cases já implantados nem resultados previamente obtidos.

Campanhas de vacinação

Segmentar públicos, enviar lembretes, acompanhar respostas e identificar regiões com menor cobertura informada.

Prevenção e comunicação

Adesão ao tratamento

Organizar lembretes, confirmações voluntárias e sinais de possível interrupção do uso medicamentoso.

Continuidade terapêutica

Pesquisas de saúde

Coletar respostas estruturadas sobre sintomas, hábitos, satisfação e necessidades da população participante.

Escuta e inteligência

Comunicação emergencial

Enviar orientações rápidas para públicos e territórios definidos diante de surtos, alertas ou eventos locais.

Resposta coordenada

Visão integrada da população

Consolidar utilização, prevenção, comunicação e participação em indicadores agregados para a gestão.

Planejamento público

Ações por território

Identificar diferenças entre regiões e direcionar campanhas, recursos e programas com maior precisão.

Gestão territorial

Prevenção e engajamento em saúde

O cuidado não termina na compra do medicamento.

O aplicativo mantém o cidadão conectado ao tratamento e oferece ferramentas digitais para prevenção, educação e autocuidado, sempre conforme as diretrizes definidas pelo município.

Lembretes de medicamentosAlertas de dose, horário e continuidade para ajudar a reduzir esquecimentos e abandono do tratamento.
💧Consumo de águaMetas diárias, lembretes e acompanhamento simples da hidratação do beneficiário.
Calculadora de IMCRegistro de peso e altura, evolução do indicador e estímulo à conscientização sobre saúde.
Calendário vacinalVacinas recomendadas, doses pendentes, campanhas públicas e lembretes automatizados.
Conteúdos educativosVídeos, orientações e campanhas sobre hábitos saudáveis, prevenção e uso correto de medicamentos.
Acompanhamento do tratamentoCadastro voluntário do tratamento, confirmação de utilização e indicadores de continuidade terapêutica.
Olá, MariaSeu cuidado de hoje
09:41
Próxima açãoTomar medicamento às 14h
Medicamentos2 lembretes hoje
💧
Hidratação1,4 L de 2,0 L
70%
Calendário vacinal1 dose pendente
Meu IMCÚltimo registro: 24,3
Conteúdo de saúdeComo manter a pressão controlada
Antes

Cidadão como receptor.

Recebe o medicamento, mas o programa perde contato com a continuidade, as dificuldades e a experiência de cuidado.

Com a Juuntos

Cidadão como participante.

Utiliza o benefício, acompanha o tratamento, responde pesquisas, recebe orientações e contribui com informações para a política pública.

Continuidade terapêutica

O problema não é apenas acesso. É acompanhamento.

Viabilizar o acesso à compra é o início. O resultado depende de o tratamento ser utilizado corretamente ao longo do tempo.

Sem acompanhamento

O que pode acontecer?

Esquecimento de doses
Baixa adesão terapêutica
Interrupção do tratamento
Retorno de sintomas
Maior utilização da rede de saúde
$Maior custo assistencial

Com a jornada Juuntos

Da compra ao acompanhamento do tratamento.

Após a aquisição, o beneficiário pode cadastrar o tratamento e receber suporte digital para manter a rotina corretamente.

1
Medicamento adquiridoTransação validada e auditada.
2
Tratamento cadastradoDose, horário, frequência e período.
3
Lembretes e confirmaçõesAlertas, registro de uso e continuidade.
4
Indicadores para a gestãoAdesão, continuidade e necessidade de intervenção.

Comunicação direta com a população

A informação certa, para a pessoa certa, no momento certo.

O município pode utilizar push notifications no aplicativo para orientar, prevenir, convocar e manter relacionamento contínuo com a população atendida.

Push notifications direcionadasMensagens segmentadas por programa, território, faixa etária, condição ou perfil de beneficiário.
Campanhas e alertas públicosVacinação, prevenção da dengue, surtos regionais, orientações emergenciais e ações municipais.
Lembretes de adesãoReforço de doses, continuidade terapêutica, renovação de receita e acompanhamento do tratamento.
Medição de alcance e engajamentoEnvios, aberturas, interações e respostas tornam a comunicação mensurável para a gestão.
Central de comunicaçãoCampanha ativa
Campanha municipalVacinação contra a gripe
PúblicoEnviosAbertura
Idosos acima de 60 anos8.24082%
Gestantes cadastradas1.31576%
Pacientes crônicos4.87071%
Segmentação por programa e público
Agendamento de campanhas
Histórico de mensagens e métricas

Pesquisas inteligentes

Quanto mais o município pergunta, mais ele entende.

Perguntas objetivas e respostas simples geram dados estruturados sobre tratamento, prevenção, satisfação e necessidades da população.

O que pode ser pesquisado

Condições de saúde, sintomas e histórico
Adesão ao tratamento e continuidade terapêutica
Vacinação, cobertura e dúvidas da população
Hábitos de vida, alimentação, atividade física e bem-estar
Satisfação, experiência e necessidades de saúde
1
Perguntas objetivasRápidas, claras e focadas no tema da política pública.
2
Respostas simplesExperiência intuitiva para ampliar a participação.
3
Coleta contínuaInformações atualizadas ao longo do programa.
4
Dados estruturadosResultados organizados, comparáveis e úteis para decisão.
5
Inteligência para gestãoTendências, necessidades e prioridades ficam mais claras.

Da comunicação à decisão

Cada interação pode gerar informação. Cada informação pode melhorar a política pública.

A Juuntos conecta comunicação, participação e indicadores em um ciclo contínuo de aprendizado e ajuste.

Comunicação

O município envia campanhas, alertas, orientações ou convites.

Participação

A população recebe, interage, responde pesquisas ou utiliza o programa.

Dados

Respostas e eventos operacionais são organizados de forma estruturada.

Indicadores

Padrões, tendências, necessidades e resultados ficam visíveis.

Decisão

O gestor ajusta campanhas, critérios, prioridades ou programas.

Nova ação

A política evolui e o efeito da mudança volta a ser acompanhado.

Não é apenas um canal de notificações ou um painel de relatórios.É um ciclo operacional que transforma contato com a população em aprendizado para a gestão.

Inteligência em saúde pública

O município acompanha pessoas, tratamentos e resultados.

Os indicadores deixam de se limitar à quantidade comprada ou distribuída e podem revelar acesso, utilização, continuidade, prevenção, custo líquido e comportamento do programa.

$FinanceirosOrçamento, utilização efetiva, aporte, saldo e alertas.
Acesso e utilizaçãoBeneficiários ativos, autorizações, recusas e territórios.
ContinuidadeTratamentos cadastrados, doses e possíveis interrupções.
Saúde populacionalRecortes por programa, idade, sexo e perfil.
VacinaçãoCarteiras acompanhadas, reforços e campanhas.
ComunicaçãoEnvios, entregas, aberturas e interações.
?PesquisasParticipação, respostas, satisfação e necessidades.
AuditoriaEventos, inconsistências, bloqueios e tempo de análise.
Indicadores previstos para o piloto● Estrutura demonstrativa
AtivaçãoA medir
Primeira utilizaçãoA medir
ContinuidadeA medir
Uso do orçamentoA medir

Estrutura de indicadores a ser alimentada com dados reais do projeto-piloto.

Valor para toda a administração

A mesma operação, organizada para cada área.

Os dados são apresentados conforme a responsabilidade de quem precisa decidir, controlar ou prestar contas.

Secretaria de Saúde

  • Acesso e continuidade do tratamento
  • Campanhas preventivas e vacinação
  • Programas por condição e público
  • Inteligência populacional

Finanças

  • Teto orçamentário por programa
  • Valor bruto, rebate e custo líquido
  • Impacto fiscal local incremental estimado
  • Alertas de consumo mensal
  • Cenários e previsibilidade financeira

Controladoria

  • Trilha de auditoria completa
  • Documentos vinculados
  • Regras e versões preservadas
  • Relatórios de prestação de contas

Procuradoria

  • Critérios objetivos e documentados
  • Histórico das decisões
  • Evidências de cada autorização
  • Maior segurança institucional

Gestão municipal

  • Política pública mensurável
  • Acesso efetivamente observado pelo cidadão
  • Implantação gradual e escalável
  • Resultados para comunicação pública

População

  • Mais pontos de acesso e potencial de menor deslocamento
  • Potencial de menos filas e maior conveniência
  • Acompanhamento do tratamento
  • Prevenção, comunicação e participação
Quando todos ganhama política pública se fortalece.
Saúde ganha inteligência
$Finanças ganha previsibilidade
Controladoria ganha evidências
§Procuradoria ganha segurança institucional
Gestão ganha resultados mensuráveis
População ganha acesso e cuidado

Convergência institucional

Uma política. Diferentes áreas. O mesmo resultado.

Todos trabalham sobre a mesma utilização validada, com visões e permissões adequadas à responsabilidade de cada área.

ÁreaBase compartilhadaValor para a administração
Alta gestão municipalIndicadores, execução e alcance do programaExpansão e comunicação com evidências, sem depender apenas de percepção.
Secretaria de SaúdeAcesso, continuidade, prevenção e perfis populacionaisAjuste de programas e prioridades conforme necessidades observadas.
$FinançasUtilização validada, aporte, saldo e limitesMais previsibilidade e responsabilidade fiscal sobre o recurso público.
ControladoriaDocumentos, histórico e trilha de auditoriaPrestação de contas mais objetiva e consulta imediata das evidências.
§ProcuradoriaRegras documentadas, critérios e decisões registradasMaior segurança institucional e conformidade operacional.
PopulaçãoAcesso, comunicação, prevenção e participaçãoMais conveniência, continuidade e proximidade com a política pública.

Quando Saúde, Finanças, Controladoria e gestão municipal enxergam a mesma operação, a política pública se torna mais governável.

Proteção de dados e LGPD

Dados individuais protegidos. Inteligência agregada para a gestão.

A plataforma separa a operação individualizada dos indicadores gerenciais, com controle de acesso, finalidade definida e rastreabilidade.

Acesso conforme perfil e responsabilidadeMinimização dos dados utilizadosRegistros de acesso e alteraçãoIndicadores agregados e anonimizadosDocumentos protegidos e vinculadosInteligência sem exposição indevidaFinalidade documentada para cada tratamentoBase legal definida conforme a operação e a responsabilidade de cada parteConsentimento quando aplicável à finalidade específicaRetenção e descarte conforme política definidaSegregação entre operação individual e indicadores gerenciais
Dado individualInformação necessária para operar o benefício.
🔒Proteção e acessoPerfis, finalidade, registro e segurança.
Inteligência públicaIndicadores agregados para orientar decisões.

Governança do tratamento

Finalidade, base legal e ciclo de vida documentados.

A configuração jurídica e operacional deve identificar a finalidade do tratamento, a base legal aplicável, as responsabilidades das partes e as regras de retenção. O consentimento é utilizado quando for a base adequada, sem ser tratado como fundamento universal de toda operação pública.

Operação individualDados estritamente necessários para validar elegibilidade, utilização, documentos e auditoria.
Inteligência gerencialIndicadores agregados ou anonimizados para planejamento, monitoramento e tomada de decisão.
05

Capítulo 05

Implantação e escala

Como estruturar suporte, projeto-piloto, metas de sucesso e expansão gradual.

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Operação e continuidade tecnológica

A implantação inclui dados, pessoas, suporte e governança.

A plataforma precisa entrar na rotina municipal com processos claros de integração, acompanhamento e resposta a incidentes.

Integração de beneficiários

Importação por arquivo e integrações por API podem ser definidas conforme os sistemas e a maturidade do município.

Treinamento de gestores

Capacitação para criar programas, alterar regras, acompanhar indicadores e interpretar alertas.

Suporte operacional

Canais para dúvidas de gestores e beneficiários, com responsabilidades e escalonamentos definidos.

Monitoramento

Acompanhamento da disponibilidade, filas de processamento, integrações e eventos críticos.

Backup e recuperação

Rotinas de proteção e recuperação são incorporadas à arquitetura tecnológica e à continuidade.

Gestão de incidentes

Classificação, comunicação, tratamento, evidências e plano de correção para falhas relevantes.

Canais, horários, níveis de serviço, prazos de resposta, integrações e responsabilidades são formalizados na proposta técnica e no contrato de cada implantação.

Implantação segura

Comece pequeno. Aprenda rápido. Escale com segurança.

A política pública pode começar com um projeto-piloto e evoluir com base em evidências, mantendo a mesma estrutura tecnológica e operacional.

01

Diagnóstico

Mapeamento do programa, público, medicamentos, diferença de preços, histórico de abastecimento e objetivos.

02

Parametrização

Configuração de critérios, limites, EANs, preço máximo, rebates, regras e auditoria.

03

Integração

Carga de beneficiários e preparação dos canais de atendimento.

04

Projeto-piloto

Execução controlada, medição de uso e ajustes operacionais.

05

Expansão

Ampliação por público, programa ou território, com governança.

Critérios objetivos de sucesso do projeto-piloto

Antes do início, município e Juuntos definem a linha de base, as metas e o período de avaliação. A decisão de expansão passa a ser sustentada por resultados observáveis.

Beneficiários ativadosPercentual da população elegível que concluiu cadastro e identidade.
Primeira utilizaçãoConversão entre ativação e acesso efetivo ao medicamento.
Tempo de autorizaçãoDuração média da solicitação até a decisão.
Aprovações e recusasTaxas e principais causas de não autorização.
Cobertura territorialBairros, regiões e farmácias efetivamente utilizadas.
Custo líquido por EANValor bruto, rebate, custo administrativo e comparação com a linha de base.
Continuidade terapêuticaTratamentos cadastrados, confirmações e possíveis interrupções.
SatisfaçãoPercepção dos beneficiários e das equipes municipais.
Rebates e economia observadaValores apurados, liquidados e revertidos ao próprio programa municipal.
Impacto fiscal local estimadoMovimentação territorial e potencial efeito sobre ICMS e IBS, demonstrados separadamente e validados pela área fazendária.
Eficiência operacionalTempo de análise, carga administrativa e estabilidade do fluxo.
Qualidade dos dadosCompletude, atualização e capacidade de gerar indicadores.
Critério de expansãoConjunto mínimo de resultados para ampliar público ou território.
Conclusão

Por que a Juuntos faz sentido para o município?

Porque reúne, em uma única infraestrutura, as ferramentas necessárias para selecionar onde a rede privada faz sentido, planejar programas complementares, definir preço máximo por EAN, validar utilizações, apurar rebates, estimar impactos econômicos locais, proteger recursos, acompanhar tratamentos e produzir inteligência — sem retirar do município a definição da política pública.

No modelo predominantemente baseado em estoque, o município precisacomprar, armazenar, distribuir, controlar e tentar prever a demanda.

Mesmo com toda essa estrutura, ainda pode haver falta, sobra, vencimento, divergência de estoque e pouca informação sobre o tratamento.

Com a Juuntos, o município pode manter os canais existentes e acrescentar uma camada complementar paraselecionar EANs, automatizar a execução, auditar cada utilização e acompanhar o custo líquido, o impacto local e o resultado.

A plataforma conecta programa, beneficiário, farmácia, validação, pagamento, prevenção, comunicação e inteligência em uma operação única.

Mais acesso

Rede privada elegível, aplicativo e Responsável Tutor ampliam os pontos de utilização sem exigir que toda a dispensação dependa de uma unidade municipal.

Menos deslocamento e mais conveniência

Mais controle

CPF, vínculo, EAN, receita, PMC, biometria, liveness, nota fiscal e auditoria confirmam quem utilizou, o que comprou e por que foi autorizado.

Recurso aplicado na pessoa e no item corretos

Mais eficiência

Regras parametrizáveis, limites por beneficiário, seleção econômica de produtos e apuração das utilizações validadas podem reduzir improviso e melhorar a previsibilidade.

Potencial de menos desperdício e melhor alocação

Mais resultado em saúde

Lembretes, acompanhamento da adesão, comunicação, pesquisas e indicadores permitem que o município acompanhe o tratamento depois da aquisição.

O cuidado continua após a entrega
Ecossistema completoTodas as ferramentas da Juuntos organizadas em uma única plataforma.

O fluxo de aquisição é apenas uma parte. A Juuntos também estrutura programas, aplica regras, protege recursos, acompanha tratamentos, comunica a população e produz inteligência para a gestão.

01
Planejamento e governançaO município transforma sua política em regras executáveis.
Programas parametrizáveisCriação de programas por público, condição, território, faixa etária, sexo, renda ou vínculo.
Regras sem programaçãoAlteração de limites, elegibilidade, carências, intervalos, fabricantes e medicamentos sem depender de desenvolvimento.
Rol por itemControle por EAN, substância ativa, apresentação, fabricante, quantidade, dose e período.
Gestão territorialProgramas e regras diferentes por região, unidade, público ou prioridade local.
02
Acesso e utilizaçãoA população pode utilizar o benefício com mais capilaridade e controle.
Rede privada elegívelUso da infraestrutura farmacêutica existente conforme as regras definidas pelo município.
Aplicativo do beneficiárioConsulta de saldo, elegibilidade, solicitações, histórico, documentos e acompanhamento do tratamento.
Responsável TutorRepresentação de beneficiário incapaz com vínculo formal, facial e liveness do próprio Tutor.
$Saldo, limite e coparticipaçãoControle de valores, franquias, diferenças, tetos mensais e regras de participação do cidadão.
03
Validação e segurançaCada utilização passa por conferências antes de consumir recurso público.
Biometria e livenessConfirmação da identidade e da presença de quem realiza o procedimento.
RxValidação de receitaConferência de paciente, prescritor, CRM, validade, medicamento, dose e compatibilidade.
EANValidação do medicamentoVerificação de EAN, substância, quantidade, fabricante, apresentação e intervalo permitido.
R$Controle de preçoAplicação de PMC, limites públicos, valor autorizado e diferença eventualmente assumida pelo cidadão.
04
Auditoria e proteção do recursoA plataforma registra o motivo, o responsável e a evidência de cada decisão.
Trilha completa de auditoriaRegistro de usuário, beneficiário, Tutor, data, regra aplicada, decisão, valor e documentos.
Validação da nota fiscalConferência de data, estabelecimento, endereço, EAN, quantidade, valor e compatibilidade com a autorização.
Antifraude automatizadoDetecção de duplicidade, uso antecipado, inconsistências, documentos inválidos e comportamento suspeito.
🔒Bloqueios automáticosSuspensão por nota pendente, fraude, inelegibilidade, limite atingido ou decisão do gestor.
05
Gestão financeira e eficiênciaO município acompanha utilização, custo e prioridade do orçamento.
Apuração do custo líquidoConsolidação do valor bruto utilizado, rebates, custo administrativo e custo líquido por EAN e programa.
GSeleção econômica por EANComparação de diferença de preço, risco de falta, histórico de licitação, disponibilidade, custo evitável e rebate.
Conciliação e fechamentoComparação entre autorização, pagamento, documento fiscal, saldo e valor apurado.
Indicadores de eficiênciaAcompanhamento de acesso, consumo, recusas, custo, utilização e comportamento do programa.
06
Prevenção e continuidade do tratamentoA relação com o cidadão continua depois da compra.
Lembretes de medicamentosOrganização de dose, intervalo, primeira utilização e rotina de tratamento.
Acompanhamento da adesãoConfirmações voluntárias de uso e sinais de possível interrupção do tratamento.
💧Ferramentas de prevençãoHidratação, IMC, vacinação, conteúdos educativos e ações de promoção da saúde.
Comunicação segmentadaNotificações por programa, condição, região, perfil ou necessidade de saúde.
07
Escuta e inteligência populacionalAs utilizações e interações podem virar informação para decidir melhor.
?Pesquisas estruturadasColeta de informações sobre sintomas, satisfação, hábitos, dificuldades e necessidades.
Painéis e relatóriosVisões por programa, público, medicamento, região, utilização, custo e resultado.
Alertas gerenciaisIdentificação de consumo anormal, baixa adesão, concentração territorial e desvios de comportamento.
IAIA para interpretaçãoA inteligência artificial organiza documentos e sinais; o gestor público mantém a decisão e a governança.
08
Operação e implantaçãoA tecnologia é acompanhada por estrutura de implantação e suporte.
Importação e integraçãoEntrada de beneficiários, programas e dados por arquivos ou integração conforme o projeto.
Portais de gestãoAmbientes para município, operação, auditoria e administração dos programas.
Monitoramento operacionalAcompanhamento de disponibilidade, processamento, incidentes, logs e integrações.
Piloto com metas definidasLinha de base, indicadores, critérios de sucesso, ajustes e expansão condicionada à avaliação.
Uma das jornadas da plataformaComo funciona a aquisição, de forma resumida.
01O município definePúblicos, medicamentos, limites, regras e orçamento.
02O cidadão solicitaPelo aplicativo, pessoalmente ou por Responsável Tutor.
03A plataforma validaIdentidade, receita, item, preço, saldo e elegibilidade.
04A utilização é autorizadaSomente dentro das regras definidas para o programa.
05A compra é comprovadaTransação e nota fiscal são conciliadas com a autorização.
06O município acompanhaAuditoria, indicadores, adesão, custo e resultado.
A síntese da proposta

A Juuntos não é apenas um aplicativo de compra de medicamentos.

É uma infraestrutura de governança assistencial farmacêutica complementar: da seleção econômica do programa à validação da compra, da auditoria à prevenção e da utilização à inteligência populacional.

Política pública definida pelo município
Tecnologia executando as regras
Rede privada ampliando o acesso
Resultado mais controle, acesso e saúde

O município continua governando. A Juuntos não decide a política pública, não substitui automaticamente a rede municipal e não altera regras por conta própria. Ela fornece a infraestrutura para executar, acompanhar e aperfeiçoar o modelo definido pelo poder público.

O próximo passo não é transferir toda a operação para a rede privada.É escolher um problema concreto, uma cesta de EANs defensável, testar com um público definido e ampliar somente onde o custo líquido e os resultados justificarem.

Próximo passo

Receba o material certo para avançar internamente.

Escolha o tipo de conversa ou documento mais útil para a etapa atual do município.

Diagnóstico inicial

Conversa para entender o modelo atual, o público prioritário e a oportunidade de um piloto.

Modelo de projeto-piloto

Estrutura sugerida de público, prazo, indicadores, governança e critérios de expansão.

Ficha técnica

Visão dos módulos, integrações, regras, fluxos, requisitos e responsabilidades operacionais.

Segurança e LGPD

Documentação para avaliação técnica de proteção de dados, auditoria e governança.

Perguntas frequentes

O que os gestores costumam perguntar.

32 perguntas

Não encontrou a resposta necessária?Leve a dúvida para uma apresentação técnica e receba um desenho compatível com o município.

Seu município pode ser um dos primeiros a validar esse novo modelo.

Comece por um problema específico, um público controlado e indicadores definidos antes da implantação.

MedicamentoAcessoAdesãoPrevençãoInteligênciaSaúde populacional