Influência no desenho
O município participa da definição dos fluxos, relatórios, regras, indicadores e prioridades que serão validados na prática.
Mais aderência à realidade localMais acesso. Mais controle. Mais sustentabilidade para a política pública. A Juuntos conecta tecnologia, governança e a rede privada de farmácias para complementar a assistência farmacêutica municipal nos programas e medicamentos em que o custo líquido, o ganho operacional e os efeitos econômicos locais justificarem a implantação.
Fase atual da Juuntos Governo
Participar desde o início permite validar a solução em um recorte controlado, influenciar o desenho operacional e construir evidências reais antes de qualquer expansão.
Por que ser um município-piloto
O piloto é desenhado com público limitado, regras previamente acordadas, indicadores objetivos e possibilidade de ajuste antes da expansão.
O município participa da definição dos fluxos, relatórios, regras, indicadores e prioridades que serão validados na prática.
Mais aderência à realidade localO projeto começa por um público, território, programa ou grupo de medicamentos escolhido pelo município.
Sem mudança brusca em toda a redeOs primeiros pilotos recebem acompanhamento mais próximo da equipe responsável pela evolução do produto e da operação.
Aprendizado mais rápidoLinha de base, metas e indicadores são definidos antes da operação para comparar acesso, utilização, tempo, custo bruto, rebates e custo líquido.
Decisão baseada em resultadosO município só amplia público, território ou orçamento depois de avaliar os critérios previamente estabelecidos.
Menor risco de escalaO município participa da construção de uma nova referência de assistência farmacêutica digital para governos locais.
Posicionamento de inovação públicaO piloto permitetestar pequeno, medir com rigor e expandir somente quando fizer sentido.
Perfil de município
Não é necessário ser uma capital ou possuir grande estrutura tecnológica. O mais importante é existir uma dor clara, uma equipe responsável e disposição para medir resultados.
Transparência: ser município-piloto não significa assumir compromisso automático de expansão. O objetivo é validar o modelo, medir resultados e decidir com base em evidências.
Navegação rápida
Uma leitura executiva leva poucos minutos. Os detalhes técnicos continuam disponíveis por tópico.
Capítulo 01
Como a rede privada pode complementar a estrutura municipal, ampliar o acesso e ser utilizada apenas onde houver viabilidade econômica e operacional.
Desafios da assistência farmacêutica
O modelo tradicional concentra grande parte da energia na movimentação do produto. A Juuntos acrescenta uma camada complementar de acesso, controle por utilização e avaliação de resultados.
Evidências recentes do problema
Em maio de 2026, o TCESP realizou uma fiscalização surpresa em 300 unidades farmacêuticas de 300 municípios paulistas. Os resultados revelam desabastecimento, estoques divergentes, ausência de mensuração e perdas financeiras simultâneas.
das farmácias fiscalizadas enfrentavam falta de medicamentos.
entre o quantitativo registrado no sistema e o estoque físico encontrado.
impedindo dimensionar com precisão o impacto do desabastecimento.
nos 12 meses anteriores à fiscalização, segundo o relatório preliminar.
Perda subestimada
Na mesma fiscalização, 29% das farmácias municipais e 40% dos almoxarifados centrais não realizavam registro formal e mensuração das perdas de estoque. O valor conhecido, portanto, provavelmente representa apenas parte do problema.
As perdas começam antes do vencimento
Vencimento, avaria e furto são apenas as perdas mais visíveis. O recurso também se perde na compra, na distribuição, na dispensação, nas exceções e quando o tratamento não gera resultado.
Recorte utilizado: II Fiscalização Ordenada de 2026 do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo, realizada em 300 municípios. Os resultados representam as unidades fiscalizadas e não constituem média nacional.
Mudança de paradigma
O estoque público pode continuar existindo, enquanto a política passa a incorporar também acesso efetivo, continuidade, custo total e resultados.
Da compra ao impacto
A plataforma preserva os controles operacionais, mas amplia a visão para acompanhar acesso, continuidade e resultados observáveis da política pública.
Rede privada como infraestrutura
A prefeitura pode utilizar a rede privada já presente no território em programas, públicos e medicamentos selecionados. O cidadão ganha proximidade; o município preserva o comando por meio de regras, limites, preço máximo e auditoria.
Elegibilidade do estabelecimento
A rede é aberta, mas a autorização do PIX é objetiva. O recebedor, o CNAE, o território e o documento fiscal precisam corresponder antes e depois da compra.
Rede distribuída e continuidade
A capilaridade da rede privada não entrega apenas conveniência. Quando aplicada a um recorte adequado, pode reduzir concentração, ampliar alternativas e aumentar a capacidade de adaptação da política pública.
Todos os estabelecimentos passam pelas mesmas regras de CNAE, território, CNPJ, recebedor e nota fiscal.
Precedentes públicos
O uso de farmácias privadas para ampliar o acesso público a medicamentos não é uma experiência inédita. Diferentes países combinam financiamento público, farmácias comunitárias, critérios de elegibilidade, coparticipação, preços de referência e pagamento condicionado à dispensação.
O Programa Farmácia Popular disponibiliza medicamentos por meio de farmácias credenciadas da rede privada, de forma complementar às Unidades Básicas de Saúde e às farmácias municipais.
O que isso demonstra: política pública, financiamento governamental e rede privada podem atuar juntos para ampliar a capilaridade do acesso.
O critério de comparação não é apenas PIB ou IDH. É a forma como o benefício organiza elegibilidade, medicamento, farmácia, participação financeira, validação e pagamento.
O Estado pode comparticipar medicamentos prescritos e dispensados em farmácias comunitárias. O sistema de preços de referência estabelece valores máximos para grupos equivalentes.
Aprendizado para a Juuntos: limite público, medicamento elegível, preço de referência e eventual diferença paga pelo cidadão.
Consultar fonte oficial ↗Os planos públicos variam entre províncias e territórios, com critérios relacionados a idade, renda, grupo beneficiário, custo e medicamento.
Aprendizado para a Juuntos: programas diferentes para públicos, condições clínicas e regras de elegibilidade distintas.
Consultar fonte oficial ↗O Pharmaceutical Benefits Scheme utiliza fornecedores aprovados, medicamentos elegíveis, coparticipação e processamento de cobranças das farmácias.
Aprendizado para a Juuntos: estabelecimento elegível, formulário, coparticipação e pagamento público vinculado à dispensação.
Consultar fonte oficial ↗Farmácias contratadas dispensam prescrições do NHS e recebem reembolso ou remuneração conforme regras, preços, taxas e procedimentos definidos no Drug Tariff.
Aprendizado para a Juuntos: regras públicas, dispensação comprovada, faturamento eletrônico e pagamento condicionado à operação realizada.
Consultar fonte oficial ↗O município define públicos, medicamentos, limites, orçamento e regras. A plataforma acrescenta parametrização sem programação, biometria e liveness, validação documental, controle por EAN e PMC, auditoria de nota fiscal, antifraude e acompanhamento da continuidade do tratamento.
Nota metodológica: os países apresentados são referências de arquitetura operacional. Cada sistema possui legislação, financiamento, cobertura e organização próprios. A Juuntos será implementada de acordo com a legislação brasileira e com o desenho administrativo de cada município.
Implantação sem ruptura
A Juuntos pode complementar a assistência farmacêutica atual, começando onde a política pública enfrenta maior dificuldade de acesso, continuidade, previsibilidade ou custo total — e onde a diferença de aquisição possa ser compensada por ganhos operacionais, redução de risco e rebates.
Mantém os canais municipais e cria uma alternativa digital para públicos, itens ou situações definidas.
Hipertensão, diabetes, saúde mental, gestantes, idosos, servidores ou outras políticas prioritárias.
Implantação por bairro, distrito, região ou população com maior dificuldade de deslocamento.
Alternativa operacional para indisponibilidade recorrente, transição ou pressão excepcional sobre a rede pública.
Capítulo 02
Quem participa, como o cidadão utiliza e como a compra é validada e conciliada.
Como funciona
O município continua no comando: define programas, regras, critérios, limites e medicamentos elegíveis. A plataforma executa e audita.
O município cria o programa e define suas regras.
Beneficiários são vinculados com critérios objetivos.
Receita, regras, biometria facial e liveness são conferidos.
O cidadão compra em farmácia privada elegível quando o programa e o EAN estiverem autorizados.
Transação, nota fiscal e regras ficam rastreáveis.
Indicadores apoiam decisões e evolução da política.
Papéis claramente definidos
A separação de responsabilidades preserva o comando público, facilita a fiscalização e evita que a tecnologia substitua decisões próprias da administração.
Fluxo de aquisição do beneficiário
A aquisição ocorre exclusivamente no aplicativo. O procedimento pode ser realizado pelo próprio beneficiário ou, quando houver representação formal, pelo Responsável Tutor previamente vinculado.
O beneficiário ou o Responsável Tutor identifica o medicamento pelo EAN. Se o código não estiver no rol daquele programa, o fluxo é interrompido imediatamente.
Quem conduz a jornada informa a quantidade pretendida e o valor unitário apresentado pela farmácia.
A prescrição do beneficiário é anexada para validação de paciente, prescritor, medicamento, dose e validade.
A biometria facial e o liveness são do beneficiário quando ele realiza pessoalmente ou do Responsável Tutor quando atua em representação.
Após o EAN ser aceito, apresentação, fabricante, substância, quantidade, intervalo, prescrição, saldo, elegibilidade, PMC, limites e coparticipação são conferidos.
O sistema autoriza somente o valor elegível, respeitando saldo, teto público e eventual participação do beneficiário.
A aquisição é realizada em farmácia privada elegível, conforme território, regularidade e condições definidas pelo município.
Nota fiscal, transação, beneficiário, eventual Responsável Tutor, regras aplicadas e histórico ficam vinculados para auditoria.
O aplicativo não avança para pagamento quando o código de barras não estiver autorizado. Somente depois dessa validação são executadas as regras clínicas, financeiras e documentais.
Identidade validada
A validação acontece antes da autorização. Quando o procedimento é realizado pelo Responsável Tutor, a identidade e a presença validadas são as do Tutor, enquanto o benefício permanece vinculado ao beneficiário.
Biometria facial + liveness
Jornada única com representação
Não existem canais paralelos ou métodos alternativos de aquisição. O beneficiário realiza o procedimento diretamente no aplicativo ou, quando for legalmente incapaz e estiver formalmente representado, por meio de um Responsável Tutor previamente vinculado.
O Tutor atua exclusivamente em nome do beneficiário vinculado. A elegibilidade, a prescrição, o saldo, os limites e o medicamento permanecem associados ao beneficiário. A identidade e a presença de quem realiza o procedimento são comprovadas pela biometria facial e pelo liveness do próprio Tutor.
Toda solicitação, validação e autorização ocorre dentro do aplicativo Juuntos.
Recursos de interface e suporte podem facilitar a utilização sem criar outro meio de aquisição.
A representação depende de cadastro, documentação e vínculo previamente reconhecido no programa.
A biometria facial e o liveness utilizados na aquisição são os do Responsável Tutor.
Medicamento, prescrição, saldo, elegibilidade e tratamento continuam pertencendo ao beneficiário.
A auditoria identifica claramente quem recebeu o benefício e quem realizou o procedimento.
Validações técnicas e antifraude
As regras são aplicadas em momentos diferentes da jornada, evitando que todas as verificações fiquem concentradas apenas depois do pagamento.
Pagamento exclusivamente por PIX
O beneficiário lê o QR Code da maquininha ou da placa da farmácia. Antes da confirmação, a Juuntos valida o recebedor e somente então solicita a transferência pela API bancária da prefeitura.
O PIX não é realizado quando qualquer elemento essencial estiver incompatível. A rede pode ser aberta, mas o pagamento nunca é irrestrito.
Nota fiscal, conciliação e reembolso
Não existe cancelamento simples da transação. A regularização acontece pela nota fiscal correta ou, quando previsto no programa, pela devolução proporcional do valor não comprovado.
A prefeitura define o prazo para envio da nota fiscal. A recomendação padrão da Juuntos é envio em até uma hora após o PIX.
A IA confronta CNPJ, data, EAN, quantidade e valor. Quando a confiança não é suficiente, o caso segue para colaborador da Juuntos.
O não envio ou a pendência de devolução bloqueia novas aquisições. A prefeitura define se o atraso também gera obrigação de reembolso.
O sistema preserva o que foi corretamente comprovado e trata somente o item ou a diferença que apresentou divergência.
Responsabilidade do beneficiário
O reembolso é exigido do beneficiário quando o item não é comprovado ou a inconsistência não é corrigida dentro das regras do programa.
Controle financeiro inteligente
O crédito representa o limite de utilização do beneficiário. A apuração financeira considera as compras efetivamente realizadas e validadas no período. O painel separa valor bruto autorizado, rebates aplicáveis, custo administrativo e custo líquido estimado.
O município parametriza o saldo por programa ou beneficiário.
Cada aquisição passa por elegibilidade, receita, identidade, saldo e regras.
A plataforma consolida somente as utilizações autorizadas e auditáveis.
A plataforma consolida valor bruto, rebates, custo administrativo e custo líquido, além de estimar separadamente os efeitos econômicos e fiscais locais.
Cenários de utilização
O comportamento é definido pelo município antes da implantação. A mesma plataforma pode aplicar regras diferentes conforme o programa, o público ou o medicamento.
Franquia, coparticipação, pagamento de diferença e bloqueio são parâmetros do programa — não decisões tomadas livremente pelo sistema.
Sustentabilidade econômica do modelo
A Juuntos não precisa ser mais barata que a aquisição pública em todos os medicamentos. A tese defensável é utilizar a rede privada de forma complementar, gradual e orientada por dados, começando pelos programas e EANs em que o custo total de garantir acesso compense a diferença de aquisição.
O município mantém os canais existentes e começa por um recorte específico de público, programa, território ou medicamento.
A inclusão considera diferença de preço, histórico de licitação, abastecimento, disponibilidade privada, logística e condições comerciais.
A expansão ocorre somente após comparar linha de base, custo líquido, acesso, continuidade e desempenho operacional.
A comparação correta não se limita ao preço unitário. Ela confronta o custo líquido do programa com o custo total necessário para o município garantir que o medicamento efetivamente chegue ao beneficiário.
Impacto fiscal e econômico local
As compras realizadas em estabelecimentos locais podem contribuir para a atividade econômica e para o valor adicionado do território. Conforme as regras estaduais, o regime tributário das farmácias e as características das operações, esse incremento pode influenciar a participação municipal na arrecadação do ICMS. Com a transição da Reforma Tributária, o IBS reforça progressivamente o princípio do destino, relacionado ao local do consumo.
Não é devolução automática por compra. O impacto fiscal local deve ser estimado separadamente pela área fazendária, sem ser descontado da fórmula principal do custo líquido até que exista metodologia validada e resultado efetivamente apurado.
Seleção econômica por EAN
Cada EAN pode receber uma classificação de alta, moderada ou baixa viabilidade, baseada em critérios configuráveis e transparentes.
Os pesos acima são ilustrativos e configuráveis. O índice não substitui avaliação técnica, jurídica, terapêutica ou administrativa.
Painel econômico do medicamento
Inteligência de preços e farmácias
A plataforma constrói histórico a partir das transações e notas fiscais. O aplicativo pode sugerir drogarias historicamente mais vantajosas, considerando preço, distância, disponibilidade observada, conformidade fiscal, variedade elegível e possibilidade de entrega.
Rebate da indústria
O rebate pode ser fixo por unidade, percentual, aporte antecipado, crédito posterior por volume ou condição diferenciada mediante priorização ou exclusividade dentro do rol financiado de um programa.
O custo além do medicamento
Em um estudo de caso da assistência farmacêutica da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro, armazenagem, distribuição, transporte e dispensação representaram 41,4% do custo total analisado.
Como interpretar: trata-se de um estudo de caso municipal com dados de 2012, não de uma média nacional atual. O número serve para demonstrar que a estrutura operacional possui peso econômico relevante. Consultar estudo ↗
Em determinados medicamentos e programas, o município pode aceitar uma diferença controlada de aquisição para garantir acesso efetivo, reduzir o risco de desabastecimento e compensar parte do custo por meio de rebate, economia operacional mensurada e eventual impacto fiscal local incremental — sempre apurado separadamente e sem promessa de retorno automático.
Capítulo 03
Como o conhecimento vira regra, a automação permanece controlada e cada decisão deixa evidências.
Governança e controle
A política pública é parametrizada no painel. O gestor altera regras sem depender de programação, e cada mudança fica registrada, documentada e disponível para auditoria.
Interface ilustrativa. Os dados e programas serão definidos em cada projeto-piloto.
Perfis municipais e segregação de acesso
Somente o perfil Master cria ou modifica. Os demais perfis consultam as informações necessárias à sua função, sem poder efetivar mudanças.
Perfil de administração e decisão operacional do município.
Visão especializada dos dados de execução financeira.
Visão gerencial para acompanhamento da política pública.
Visão ampla equivalente à consulta do Master, sem poder de edição.
Auditoria e prestação de contas
A plataforma registra não apenas o resultado da autorização, mas também quais dados e regras produziram aquela decisão.
Autonomia para o município
O painel foi desenhado para que a política pública evolua no ritmo da gestão. Parâmetros podem ser alterados com segurança, rastreabilidade e aplicação imediata, sem abrir chamado de desenvolvimento.
Ciclos configuráveis
Programas, comprovações e vínculos podem ter prazos próprios. Todas as mudanças são aplicadas pelo Master, confirmadas por token e preservadas na trilha de auditoria.
Recomendação padrão Juuntos: vínculo do Responsável Tutor com validade de 12 meses, sujeito às regras e revisões definidas pelo município.
Automação com governança
A inteligência artificial apoia a leitura e a interpretação de documentos, mas não cria a política pública nem altera critérios por conta própria.
Públicos, medicamentos, limites, preço máximo por EAN, condições de rebate, orçamento, territorialidade e critérios de exceção.
Aplica as regras vigentes de forma consistente e registra cada decisão operacional.
Lê prescrições, notas fiscais e evidências, confrontando os dados com as regras configuradas.
Analisa casos inconclusivos, autoriza exceções e responde por mudanças na política.
Memória institucional
A política pública não pode depender de pessoas específicas. Decisões, critérios e aprendizados passam a fazer parte de uma estrutura permanente de governança.
Sem estrutura, parte do conhecimento se perde, o trabalho recomeça e a operação fica dependente de indivíduos.
O conhecimento é preservado, a política continua e novas equipes assumem uma operação documentada e auditável.
O conhecimento deixa de estar apenas nas pessoas e passa a fazer parte da política pública.
A auditoria não existe apenas para produzir registros.
A biometria não existe apenas para validar identidades.
As regras não existem apenas para bloquear utilizações.
Tudo existe para aumentar a capacidade de o recurso público chegar ao tratamento e produzir resultado mensurável.
Capítulo 04
Como a política acompanha tratamentos, previne riscos, comunica e aprende com a população.
Programas personalizados
Cada programa possui seus próprios beneficiários, medicamentos, critérios, limites e regras de utilização.
Crie regras específicas por condição, medicamento e periodicidade.
Apoie a continuidade terapêutica e a redução do abandono de tratamento.
Estruture jornadas de cuidado com comunicação e prevenção.
Amplie acesso e acompanhe adesão em públicos de maior risco.
Parâmetros específicos para tratamentos de maior complexidade.
Benefícios estruturados com regras próprias para o funcionalismo.
Rastreabilidade, validações e documentação em cada utilização.
Crie iniciativas específicas sem depender de desenvolvimento.
Aplicações possíveis
São possibilidades de desenho para os primeiros pilotos. Não representam cases já implantados nem resultados previamente obtidos.
Segmentar públicos, enviar lembretes, acompanhar respostas e identificar regiões com menor cobertura informada.
Prevenção e comunicaçãoOrganizar lembretes, confirmações voluntárias e sinais de possível interrupção do uso medicamentoso.
Continuidade terapêuticaColetar respostas estruturadas sobre sintomas, hábitos, satisfação e necessidades da população participante.
Escuta e inteligênciaEnviar orientações rápidas para públicos e territórios definidos diante de surtos, alertas ou eventos locais.
Resposta coordenadaConsolidar utilização, prevenção, comunicação e participação em indicadores agregados para a gestão.
Planejamento públicoIdentificar diferenças entre regiões e direcionar campanhas, recursos e programas com maior precisão.
Gestão territorialPrevenção e engajamento em saúde
O aplicativo mantém o cidadão conectado ao tratamento e oferece ferramentas digitais para prevenção, educação e autocuidado, sempre conforme as diretrizes definidas pelo município.
Recebe o medicamento, mas o programa perde contato com a continuidade, as dificuldades e a experiência de cuidado.
Utiliza o benefício, acompanha o tratamento, responde pesquisas, recebe orientações e contribui com informações para a política pública.
Continuidade terapêutica
Viabilizar o acesso à compra é o início. O resultado depende de o tratamento ser utilizado corretamente ao longo do tempo.
Sem acompanhamento
Com a jornada Juuntos
Após a aquisição, o beneficiário pode cadastrar o tratamento e receber suporte digital para manter a rotina corretamente.
Comunicação direta com a população
O município pode utilizar push notifications no aplicativo para orientar, prevenir, convocar e manter relacionamento contínuo com a população atendida.
Pesquisas inteligentes
Perguntas objetivas e respostas simples geram dados estruturados sobre tratamento, prevenção, satisfação e necessidades da população.
Da comunicação à decisão
A Juuntos conecta comunicação, participação e indicadores em um ciclo contínuo de aprendizado e ajuste.
O município envia campanhas, alertas, orientações ou convites.
A população recebe, interage, responde pesquisas ou utiliza o programa.
Respostas e eventos operacionais são organizados de forma estruturada.
Padrões, tendências, necessidades e resultados ficam visíveis.
O gestor ajusta campanhas, critérios, prioridades ou programas.
A política evolui e o efeito da mudança volta a ser acompanhado.
Inteligência em saúde pública
Os indicadores deixam de se limitar à quantidade comprada ou distribuída e podem revelar acesso, utilização, continuidade, prevenção, custo líquido e comportamento do programa.
Estrutura de indicadores a ser alimentada com dados reais do projeto-piloto.
Valor para toda a administração
Os dados são apresentados conforme a responsabilidade de quem precisa decidir, controlar ou prestar contas.
Convergência institucional
Todos trabalham sobre a mesma utilização validada, com visões e permissões adequadas à responsabilidade de cada área.
Quando Saúde, Finanças, Controladoria e gestão municipal enxergam a mesma operação, a política pública se torna mais governável.
Proteção de dados e LGPD
A plataforma separa a operação individualizada dos indicadores gerenciais, com controle de acesso, finalidade definida e rastreabilidade.
Governança do tratamento
A configuração jurídica e operacional deve identificar a finalidade do tratamento, a base legal aplicável, as responsabilidades das partes e as regras de retenção. O consentimento é utilizado quando for a base adequada, sem ser tratado como fundamento universal de toda operação pública.
Capítulo 05
Como estruturar suporte, projeto-piloto, metas de sucesso e expansão gradual.
Operação e continuidade tecnológica
A plataforma precisa entrar na rotina municipal com processos claros de integração, acompanhamento e resposta a incidentes.
Importação por arquivo e integrações por API podem ser definidas conforme os sistemas e a maturidade do município.
Capacitação para criar programas, alterar regras, acompanhar indicadores e interpretar alertas.
Canais para dúvidas de gestores e beneficiários, com responsabilidades e escalonamentos definidos.
Acompanhamento da disponibilidade, filas de processamento, integrações e eventos críticos.
Rotinas de proteção e recuperação são incorporadas à arquitetura tecnológica e à continuidade.
Classificação, comunicação, tratamento, evidências e plano de correção para falhas relevantes.
Canais, horários, níveis de serviço, prazos de resposta, integrações e responsabilidades são formalizados na proposta técnica e no contrato de cada implantação.
Implantação segura
A política pública pode começar com um projeto-piloto e evoluir com base em evidências, mantendo a mesma estrutura tecnológica e operacional.
Mapeamento do programa, público, medicamentos, diferença de preços, histórico de abastecimento e objetivos.
Configuração de critérios, limites, EANs, preço máximo, rebates, regras e auditoria.
Carga de beneficiários e preparação dos canais de atendimento.
Execução controlada, medição de uso e ajustes operacionais.
Ampliação por público, programa ou território, com governança.
Antes do início, município e Juuntos definem a linha de base, as metas e o período de avaliação. A decisão de expansão passa a ser sustentada por resultados observáveis.
Porque reúne, em uma única infraestrutura, as ferramentas necessárias para selecionar onde a rede privada faz sentido, planejar programas complementares, definir preço máximo por EAN, validar utilizações, apurar rebates, estimar impactos econômicos locais, proteger recursos, acompanhar tratamentos e produzir inteligência — sem retirar do município a definição da política pública.
Mesmo com toda essa estrutura, ainda pode haver falta, sobra, vencimento, divergência de estoque e pouca informação sobre o tratamento.
A plataforma conecta programa, beneficiário, farmácia, validação, pagamento, prevenção, comunicação e inteligência em uma operação única.
Rede privada elegível, aplicativo e Responsável Tutor ampliam os pontos de utilização sem exigir que toda a dispensação dependa de uma unidade municipal.
Menos deslocamento e mais conveniênciaCPF, vínculo, EAN, receita, PMC, biometria, liveness, nota fiscal e auditoria confirmam quem utilizou, o que comprou e por que foi autorizado.
Recurso aplicado na pessoa e no item corretosRegras parametrizáveis, limites por beneficiário, seleção econômica de produtos e apuração das utilizações validadas podem reduzir improviso e melhorar a previsibilidade.
Potencial de menos desperdício e melhor alocaçãoLembretes, acompanhamento da adesão, comunicação, pesquisas e indicadores permitem que o município acompanhe o tratamento depois da aquisição.
O cuidado continua após a entregaO fluxo de aquisição é apenas uma parte. A Juuntos também estrutura programas, aplica regras, protege recursos, acompanha tratamentos, comunica a população e produz inteligência para a gestão.
É uma infraestrutura de governança assistencial farmacêutica complementar: da seleção econômica do programa à validação da compra, da auditoria à prevenção e da utilização à inteligência populacional.
O município continua governando. A Juuntos não decide a política pública, não substitui automaticamente a rede municipal e não altera regras por conta própria. Ela fornece a infraestrutura para executar, acompanhar e aperfeiçoar o modelo definido pelo poder público.
Próximo passo
Escolha o tipo de conversa ou documento mais útil para a etapa atual do município.
Conversa para entender o modelo atual, o público prioritário e a oportunidade de um piloto.
Estrutura sugerida de público, prazo, indicadores, governança e critérios de expansão.
Visão dos módulos, integrações, regras, fluxos, requisitos e responsabilidades operacionais.
Documentação para avaliação técnica de proteção de dados, auditoria e governança.
Perguntas frequentes
32 perguntas
Comece por um problema específico, um público controlado e indicadores definidos antes da implantação.